No meio do caminho tinha uma viatura, tinha uma viatura no meio do caminho

Publicado em Uncategorized às 20 20UTC Abril 20UTC 2009 por Mônica Patrícia

A adaptação da conhecida frase de Drumond descreve bem a cena vista na Rodoviária de Porto Alegre, no fim da tarde do dia 15 de abril, quarta-feira.
Quando uma viatura (Fiat Doblo) da Brigada Militar atrapalhau o trânsito dos ônibus em frente aos boxes 01 e 02.

O ônibus que estava estacionado no primeiro boxe teve dificuldade para sair, pois o veículo da brigada, com três policias militares, estava parado em sua traseira. Quando o motorista deu réu para liberar a passagem do ônibus, trancou todo o tráfego próximo a rampa que dá acesso à saída da rodoviária.

A situação só melhorou quando funcionários de uma das empresas de transporte coletivo ajudaram a organizar o caos em que se transformou o fim daquela tarde. Para diminuir o transtorno, a viatura estacionou no boxe 02, impedindo logo em seguida, que o ônibus com destino a cidade de Taquari chegasse ao local de embarque dos passageiros.

Passados mais de 10 minutos de confusão, o motorista, também policial militar retirou a viatura do local, derrapando pneus e dando “buzinadinhas” com tom da camaradagem aos motoristas que novamente pararam de trafegar.

O fato cômico não teria me causado tanta estranheza e particularmente, um pouco de revolta, se o motivo para a desordem fosse de interesse público. Exatamente, os policias não estavam ali para servir e proteger. O objetivo da incursão à Rodoviária da Capital não foi efetuar uma prisão, conter algum distúrbio ou qualquer outra tarefa relacionada à Segurança Pública.

Eles aproveitaram a saída do veículo para um passeio no terminal rodoviário. Deixaram um colega pertinho do boxe em que ele iria embarcar para mais uma viagem gratuita. Isso mesmo, policial fardado não paga passagem de transporte coletivo.

Não tenho uma opinião formada sobre esta questão da isenção no transporte. Os policias em geral, ganham pouco no Brasil, isso é fato. Arriscam suas vidas para manter a Lei e a Ordem (alguns mais, outros menos, muito menos) e muitas vezes precisam se deslocar de uma cidade para a outra a serviço.

Acho as justificativas coerentes, mas eles são funcionários públicos, ou seja, possuem certos benefícios que a maioria da população não possui. Eu moro em uma cidade, trabalho em outra e estudo em uma terceira. Meu gasto mensal com transporte é grande e o governo não me dá isenção nenhuma. Da mesma forma que não dá subsídio algum em relação ao transporte, para a maioria dos trabalhadores.

Bom, mas isso é pauta para um outro texto, que provavelmente vai abordar a cachoeira de benefícios recebidos pelos políticos do país, sendo que todos eles são financiados pelo dinheiro público.

Voltemos ao caso da viatura… Além de desovar o colega viajante, os outros policias militares permaneceram no interior do veículo, atrapalhando o trânsito e testando a paciência de motoristas e passageiros, para esperar o outro “coleguinha”, que desembarcou da viatura e se dirigiu para o outro lado do terminal. Pela direção tomada por ele e o tempo de demora, o colega em questão devia estar comprando, ou melhor, emitindo gratuitamente no guichê de atendimento, seu bilhete de passagem.

Enquanto esperavam, todos os polícias dentro da viatura conversavam animadamente e riam muito. Sei disso, porque eu era uma das passageiras esperando que o ônibus com destino a Taquari conseguisse chegar ao boxe número 2. O carro da Brigada estava estacionado bem próximo de mim…

Quando os polícias foram embora, fiquei me perguntando se enquanto eles estavam ali descontraídos, utilizando um veículo de propriedade pública, alguém não estava precisando de auxílio, proteção ou socorro. Além disso, quem paga o combustível utilizado nas viaturas? O contribuinte.

A obrigação da polícia é prestar serviço aos contribuintes. Muitas vezes a população não recebe este serviço e esta proteção, porque “teoricamente” falta contingente. Se falta pessoal, os policias que estão de serviço “usando fardas”, deveriam estar trabalhando e não passeando pela cidade.

Porém… No meio do caminho tinha uma viatura, tinha uma viatura no meio do caminho…

O Motorista Do Céu

Publicado em Pessoal às 20 20UTC Setembro 20UTC 2008 por Mônica Patrícia

 

 

Era uma vez, um menino sardento chamado André…

 

Não sei como foi a sua infância e a sua adolescência, nos conhecemos já adultos. Mas acredito que o pequeno André não era muito diferente do cara engraçado e sorridente que encontrei num domingo à noite, depois de muitas cervejas… E que acabou se tornando parceiro de festa, colega de escola de samba e amigo.

 

O menino cresceu, virou motorista de ônibus e sinônimo de alegria e diversão. Tinha muitos amigos, gostava de carnaval e para encontrá-lo nos fins de semana, era só procurar a festa mais movimentada. Era sempre o mais animado e muitas vezes o mais disputado… No entanto, mesmo cercado de “meninas”, sempre dava atenção a todos os amigos. Estava sempre circulando, dançando e cumprimentando todo mundo.

 

Tenho um amigo professor que mora em cidade de imigração alemã no interior do Estado. Conversando com esse amigo por telefone, em uma das nossas madrugadas solitárias, ele perguntou se eu conhecia algum André. Porque uma amiga muito querida dele estava namorando um cara da minha cidade com esse nome. Na hora, pensei no “menino sardento”.

 

Algum tempo depois, encontrei com o André em um dos ensaios da nossa escola de samba e lembrei de perguntar. Minha intuição estava certa, era ele mesmo o namorado na menina loira. Foi inevitável rir das coincidências e de como o mundo pode parecer pequeno…

 

Na realidade, eu gostaria de saber mais sobre ele, gostaria de ter encontrado com ele mais vezes, conversado mais e abraçado mais… Sempre que nos víamos, a reação dele era a mesma, abria um sorrisão e vinha caminhando de abraços abertos. E quando me abraçava dizia: “Tu é minha amigona do coração, eu gosto muito de ti, nunca esquece disso” e se despedia com a celebre frase: “A gente vai ser amigo pra sempre”.

 

O problema é que o pra sempre dele, foi menos do que esperávamos. Para nós, os amigos que ele fez no decorrer de três décadas de vida, o pra sempre deveria durar bem mais do que durou.

 

Há semanas nos perguntamos o porquê e tentamos encontrar respostas para o que aconteceu. No dia de nos despedirmos do “menino sardento”, muitas frases foram ditas, coisas como: “Deus quer pessoas boas lá em cima”

 

Já a minha mãe deu a explicação que mais me emocionou…

 

Já leste o livro “Violetas na Janela”? Eu li há alguns anos e achei engraçado. Recomendo a leitura para quem quiser encarar a passagem para outro mundo de forma mais leve.

 

A definição de Céu apresentada no livro é muito estranha e divertida. Quem está lá, vive como nós aqui… Trabalha, estuda, tem casa, vai ao teatro, se diverte… Tudo igual, só que em outro plano.

 

Então, para minha mãe, Deus estava precisando de um motorista para os circulares do céu. E esse motorista precisava ser um cara divertido, simpático e que fizesse todos se sentirem em casa. Por isso o André foi chamado. Para ser o mais novo motorista do Céu.

 

Com diploma, posso ser o que eu quiser…

Publicado em Jornalismo às 17 17UTC Setembro 17UTC 2008 por Mônica Patrícia

Até poucos dias atrás, eu tinha o senhor ministro da Educação, Fernando Haddad como um homem de bom senso e ciente dos atuais problemas educacionais do País. No entanto, hoje acabo de me decepcionar e muito. O Ministério da Educação – MEC estuda autorizar outros diplomados a exercer o jornalismo. A proposta de Haddad é permitir que qualquer profissional com formação superior também possa trabalhar na área. Além de inoportuna, a proposta do ministro é absurda. Tão absurda quanto a desobrigatoriedade do diploma. O ministro disse que seu objetivo não entrar na discussão travada no Supremo Tribunal Federal – STF e no Ministério do Trabalho e sim tratar da formação do jornalista.

A formação dos jornalistas vai muito bem, obrigada! O que não vai bem e que precisa ser tratada é a orgia que se tornou a nossa atividade profissional. Ingressamos na universidade e estudamos no mínimo quatro anos, redação jornalística, técnicas de reportagem, assessoria de imprensa e principalmente ética profissional. Mesmo assim, não estamos isentos de cometer erros, da mesma forma que nenhum outro profissional está, independente de sua área de atuação.

Agora imagine só, se depois de formada em Comunicação, eu decidisse trabalhar como advogada? Acho que o senhor ministro concordaria facilmente, afinal é só eu cursar algumas disciplinas técnicas do Direito e estaria apta a defender ou acusar alguém em um julgamento. Também poderia cursar algumas disciplinas de química talvez ou algo parecido e poderia no futuro trabalhar como farmacêutica. Pois, o mais importante eu tenho, meu diploma de graduação. Não importa se é na área da saúde, das ciências exatas ou das ciências humanas. Se Fernando Haddad acredita que qualquer diplomado pode trabalhar como jornalista, acho que qualquer um pode trabalhar do que quiser.

Eu proponho que de agora em diante, as universidades e faculdades disponibilizem apenas a graduação básica ou a uma graduação múltipla, com uma disciplina relacionada a cada curso ou área. No momento em que o cidadão receber o seu diploma ele decide o que “quer ser quando crescer”, músico, médico, engenheiro, malabarista, jogador de futebol.

Penso nas soluções que isso traria. Nenhum adolescente entraria em crise às vésperas do vestibular, tentando decidir qual profissão seguir. Ele simplesmente faria a tão temida provada, quem nem seria mais tão temida, porque não haveria mais nenhum curso super disputado, tudo seria uma coisa só. Estudaria quatro, cinco anos e depois de formado decidiria…

Talvez a proposta do ministro nem seja tão absurda como parece… Se o MEC aprovar esse descalabro, pode ser que aprove o mesmo para outras profissões, não é? Se isso acontecer, vou pegar meu diploma em 2009, vou cursar algumas disciplinas de anatomia em uma boa faculdade de medicina e vou procurar trabalho como médica. Se não der certo, alguns meses depois eu tento outra profissão, porque segundo Fernando Haddad o importante é a boa formação e não a questão do exercício profissional. “Sou favorável à boa formação. Não discuto a questão do exercício profissional” frase do ministro da Educação Fernando Haddad, em entrevista à Folha de São Paulo, em 17 de setembro de 2008.

Por que é que não se junta tudo numa coisa só?

Publicado em Pessoal às 14 14UTC Setembro 14UTC 2008 por Mônica Patrícia

 

Era madrugada de sábado para domingo e eu na frente do computador, trabalhando, como muitos fins de semana anteriores e outros que viriam. Depois de horas redigindo matérias e diagramando páginas, fiz uma pequena pausa para fumar, beber alguma coisa e verificar meus e-mails.

 

De repente, uma frase invadiu o ambiente, dizendo “só enquanto eu respirar vou me lembrar de você”. Além da atmosfera poética que cercava aquela frase, havia a melodia simples e ao mesmo tempo elaborada. Pode parecer contraditório, mas eu vou explicar. O ritmo e a musicalidade eram simples, porém, os instrumentos davam a sofisticação. Junto com violão, baixo, bateria e teclado, estavam instrumentos de percussão quase indígenas, pandeiro, flauta e violino. Quase uma orgia musical…

 

 

 

 

 

Foi impossível não me voltar para a televisão, no desejo de descobrir quem era o responsável por aquela poesia musicada. Quando olhei para a tela, me deparei também com uma maravilhosa orgia visual. Mais de dez pessoas tomavam conta do palco/arena do programa Altas Horas. Todos vestidos e maquiados de palhaço, boneca de pano, bobo da corte. Enquanto alguns tocavam e cantavam, malabaristas e acrobatas divertiam e platéia e, trapezistas transformavam o teatro em picadeiro.

 

Fiquei completamente encantada, nunca tinha visto o trabalho daquelas pessoas e nem algo parecido. Já era muito tarde, a música acabou e Serginho Groisman se despediu dizendo que o programa voltava no próximo sábado. Senti uma frustração imensa, pois não tive tempo nem de descobrir do que se tratava.

 

Ascendi outro cigarro e foi procurar na internet, em cinco minutos estava entrando no site de um grupo, ou melhor, da trupe chamada O Teatro Mágico

 

Fui dormir com o dia já claro. Porque além de misturar música, poesia, teatro e circo, a trupe comandada por Fernando Anitelli (responsável por todas as composições) é totalmente independente. A divulgação do trabalho é feita através da web e dos shows, com ingressos acessíveis, muitas vezes em troca de um quilo de alimento não perecível.

 

Este é o objetivo do Teatro Mágico, fácil acesso à cultura e ao divertimento, levando beleza e encanto a todos. Dessa forma, todas as músicas, aproximadamente 50 canções estão disponíveis para serem baixadas gratuitamente no site. Em 48 horas tinha me tornando fã e admiradora desse grupo de Osasco.

 

O que me desesperou por meses é que pouquíssimas pessoas do meu grande círculo de amizade sabiam do que eu estava falando. Tentei explicar por muitas vezes até que me dei conta de que na realidade, O Teatro Mágico é inexplicável. Para início de conversa, é preciso ouvir as músicas com tranqüilidade, prestando atenção na letra, na mensagem e na melodia. Depois é necessário ver a maquiagem e o figurino. Porém, ainda não é suficiente para se ter a verdadeira dimensão do que eles são e fazem…

 

No dia 07 de agosto, tive a oportunidade de assistir a primeira apresentação do TM no Rio Grande do Sul. O show foi no Opinião e para minha surpresa e felicidade, o local estava mega lotado. Ônibus de Pelotas, Uruguaiana e outras cidades do interior do Estado chegaram a Porto Alegre trazendo fãs que como eu estavam ansiosos para “ouvir com outros olhos” o que acompanhávamos pela internet.

  

Foram duas horas de encantamento… Além da presença de palco de todos eles, a acessibilidade e respeito com o público também são um diferencial. Durante uma das últimas músicas apresentadas na noite, Anitelli entregou o violão a um assistente de produção e desceu do palco para cantar e puxar um trenzinho (comum em bailes de carnaval e afins) no meio da platéia. Encerrado o show, eu e alguns amigos decidimos ficar mais um pouco, na esperança de conseguir conversar com alguém da trupe, pelo menos para parabenizar pelo espetáculo que assistimos.

 

Não foi preciso esperar. Quando olhamos a casa de shows, enxergamos todos os integrantes da trupe espalhados pelo local, autografando CDs, posando para fotos, abraçando os fãs, conversando e rindo, como se fizessem parte daquele grupinho, ou da platéia.

 

A simplicidade e a vontade de divulgar a arte sem exploração fica clara no término do show. Camisetas, CDs (que já são dois – Entrada Para Raros e Segundo Ato), adesivos, livro e DVD são vendidos em uma banquinha, por seu Adácio Anitelli – pai de Fernando. Os preços das mercadorias variam de R$ 5,00 a R$ 15,00. O valor cobrando é pouca coisa maior que o custo de produção do material. Segundo o líder da trupe, o objetivo não é ganhar dinheiro com a venda e sim divulgar o trabalho. Tanto que, ele mesmo aconselhou antes de encerrar o show “Comprem o CD ali com meu pai (se tiverem grana), se não, podem baixar todas as músicas no site. Depois disso, pirateiem à vontade (essa é uma pirataria boa e autorizada), façam muitas cópias e presenteiem os amigos. Assim estarão nos ajudando a fazer com que mais pessoas conheçam o Teatro Mágico”

 

Foi exatamente o que eu fiz. Já perdi a conta de quantos CDs dei de presente. Muitos adoraram, outros ainda não ouviram e alguns gostaram mas não com tanta euforia como eu. Agora, estou fazendo algumas cópias do DVD, pois com ele fica mais fácil entender o porquê de tanto encantamento.

Parece Fernando Anitelli, mas é Mônica Patricia

Parece Fernando Anitelli, mas é Mônica Patrícia

 Com a reativação do blog, tive a idéia de postar esse relato sobre a minha descoberta e logo em seguida, meu entusiasmo.  A tietagem é tanta, que há algumas semanas fui a uma Festa à Fantasia e não tive dúvidas no momento de escolher a minha roupa… Confesso que eu mesma me surpreendi com o resultado, uma versão feminina de Fernando Anitelli. Só fiquei um pouco frustrada, porque praticamente ninguém na festa sabia do que era a minha fantasia. Esse foi um dos motivos que me levou a escrever esse texto.
 
Bom, agora… Acho que minha publicação já está de bom tamanho….
 
 
“A Poesia Prevalece”

 
 
 

 

 

Quem eu sou… Sou Flor… Flor de Liz…

Publicado em Pessoal às 14 14UTC Setembro 14UTC 2007 por Mônica Patrícia

 

  

Sou Flor de Liz que pede compaixão ao vento, para que ele me faça esquecer as mágoas e as desilusões.

Flor de LIz

Muitos me dizem que preciso saber que mais forte que a dor é o amor de um certo Beijar-Flor. No entanto, o farol me faz relembrar das noites passadas com o Girassol e de quanta felicidade existia. Porém, logo em seguida, me lembro do vazio que se tornou imenso, quando outra flor surgiu…

 

Me disseram  que duro é o amor de partir, que me deixa olhando ele, o Girassol ir e que puro é o amor quem está aqui, o amor do bom Beija-Flor.

 

Para tudo passar, eu preciso me deixar sentir, não temer sorrir e dizer que só quero ser feliz. Quando isso acontecer, eu vou poder ver o pôr-do-sol com o Beija-Flor e não mais com o Girassol.

 

Enquanto isso, permaneço à espera do Beija-Flor… Só torço para que ele não demore muito para aparecer… Uma flor não pode ficar tanto tempo sozinha…

Nativismo no Nacional Boulevard

Publicado em Jornalismo às 11 11UTC Setembro 11UTC 2007 por Mônica Patrícia

 

A 30ª Expointer, que aconteceu de 25 de agosto a 02 setembro em Esteio, além todos os seus atrativos também é foi o local para artistas e amantes da tradição gaúcha mostrarem o seu talento. Inspirados nisso, músicos da cidade de Canoas realizaram tertúlias nativistas dentro do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil.

 

Na noite de sábado (01/09) Mauro Augusto Cenci, 30 anos e Eduardo Oliveira, 22 anos reuniram alguns amigos também músicos e levaram o encantamento das canções gaudérias e missioneiras ao público que estava no Nacional Boulevard. Todo começou com uma pequena reunião de amigos em frente a um dos restaurantes. Depois de alguns minutos, os acordes de violão, gaita e o suave bater do bombo legueiro fizeram o número de pessoas em torno da roda de violão aumentar, levando a momentos de grande entusiasmo e emoção.

 

O repertório apresentado incluiu músicas missioneiras, sugeridas por Mauro Augusto que morou alguns anos da Região das Missões e outras já sucesso nas vozes de Luiz Marenco e outros conhecidos cantores gaúchos, como “Batendo Água” e “Pra Bailar de Cola de Atada”. O mini show que teve início no fim da tarde, só foi interrompido quando músicos contratados pelo restaurante começaram os testes de som para sua apresentação, quando já era quase domingo.

 

 

Os canoenses então, se encontraram com conhecidos e amigos que estavam expondo animais e uma nova tertúlia foi organizada. Desta vez o local escolhido foi o galpão de exposição de ovinos, onde aconteceu um churrasco e uma grande interação. Expositores, músicos, amigos e freqüentadores de Expointer que se juntaram ao grupo no Boulevard e se encantaram com a manifestação de tradicionalismo e amizade. O encontro só acabou por volta de três horas da manhã, com uma rodada de declamações que emocionaram todos que estavam presentes.