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Sobre Jornalismo On Line

Postado em Aulas em 1 01UTC Maio 01UTC 2007 por Mônica Patrícia

Sempre achei muito complicado falar de mim.  Principalmente em blogs, porque dependendo do que é escrito pode ficar parecendo autopromoção, mas já que é necessário…   

Foto para blog

Me chamo Mônica, tenho 27 anos, estou no 6º semestre do curso de jornalismo, moro e trabalho em Triunfo. 

Já fiz e iniciei muita coisa na minha vida acadêmica e profissional. Cursei Ensino Médio em uma Escola Técnica em Química, cheguei a fazer estágio mas nunca trabalhei na área. Ingressei na Unisinos em 1999, no curso de Arquitetura e Urbanismo. Como sempre detestei cálculos, meu desempenho no curso não foi dos melhores. Diante disso, prestei o vestibular novamente e decidi fazer o que eu gostava, Jornalismo.   

Durante cinco anos trabalhei como auxiliar administrativo no III Pólo Petroquímico, também exerci a função de vendedora, em uma loja de eletrodomésticos. Quando estava quase enlouquecendo resolvi largar tudo,  ingressar na área da comunicação e agora posso dizer que estou feliz. Passei pelo jornais Ibiá de Montenegro e Correio Triunfense de Triunfo, Assessoria de comunicação da Unisinos, e atualmente sou repórter e diagramadora do Jornal Sentinela do Jacuí, também em Triunfo.

Minhas expectativas em relação à disciplina de Jornalismo On Line são expressivas, pois acho que o conhecimento adquirido me proporcionará boas oportunidades profissionais. Quanto maior a qualificação, maiores as possibilidades de progredir em qualquer área e em qualquer lugar. Como pretendo continuar em Triunfo até me formar e existem poucos profissionais da área de comunicação na cidade, espero que os conhecimentos adquiridos nesta disciplina sejam um diferencial, já que a comunicação on line cresce em grande volocidade.

Como estamos falando de jornalismo, nada mais justo do que lembrar de Renato Russo, que me serviu de inspiração no momento de escolher a minha carreira, já que ele também era formado em jornalismo.

Em Busca do Equilíbrio

Postado em Aulas em 2 02UTC Abril 02UTC 2007 por Mônica Patrícia

           Atualmente o número de religiões, segmentos religiosos e seitas tem aumentado consideravelmente, tornando o leque de religiões, praticamente um mercado. Com isso, o número de pessoas que migram de uma religião para outra aumenta na mesma proporção. 

           Com a modernidade e a constante perda e distorção de valores em todos os setores da vida, os seres humanos andam a procura de um rumo, buscam por Deus, por satisfação espiritual e por verdade. A conversão ou migração é um assunto amplamente discutido pela antropologia religiosa e envolve muito mais do que a simples troca de religião.

           Os motivos são muitos, variam da insatisfação com os paradigmas da religião até o simples descontentamento espiritual. E exitem também as pessoas que trocam de religião buscando entendimento, saúde e felicidade na vida dois.

           As manisfestações religiosas são muitas e seus rituais e cerimônias diferentemente interessantes e belos.

          Os Umbandistas fazem oferendas aos Orixás, nas terreiras e nas cachoeiras. Os Evangélicos realizam cultos comemorativos, cerimônias ao ar livre e batismos nas águas de rios. Os católicos realizam missas com sermões que atualmente são de fácil entendimento e associam trechos da bíblia a assuntos do cotidiano e terminam com tradicional cerimônia da comunhão.

 

          Independente da religião de cada um, o mais importante de tudo é paz espiritual e o equilíbrio alcançado pelos fiéis.

 

         

           

 

 

 

Evangélico migra para outra religião e se torna Pastor

Postado em Aulas em 2 02UTC Abril 02UTC 2007 por Mônica Patrícia

Ari Pinheiro, 44 anos, jornalista em Triunfo pertencia a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, mesma religião de seus pais. Mas há cerca de cinco anos migrou para outra religião também evangélica, porém com outras diretrizes. Segundo Ari, os motivos que o levaram a mudança de religião foram o descontentamento com a maneira que as lideranças religiosas tratavam o assunto sagrado e a mescla de política eclesiástica com politicagem barata. Esses acontecimentos mostraram ao jornalista que naquele caminho ele não iria alcançar seus objetivos espirituais.

Pastor Ari Pinheiro

Na religião anterior o triunfense dizia se sentir sem voz e sem vez. Não podia opinar, e se opinasse, o ato levaria muito tempo até chegar aos ouvidos de alguém que se importasse com o assunto. Pinheiro fala que hoje tudo é diferente, ele se sente útil, incluído na transformação social de seu bairro, de sua cidade. “Não sou mais um escravo de uma liturgia fria e abstrata. Consigo ver a obra de Deus sendo realizada nas ações do dia a dia, e não apenas na retórica fria de um parlatório” comenta. Atualmente Ari é pastor e diz sentir mais espiritualidade, amor, doação incondicional a Deus e ao próximo, ouro fator que o satisfaz é o serviço social forte que é desenvolvido pela igreja a que pertence e espera que ela nunca se torne sequer a sombra daquela de onde saiu.

Jovem do CLJ migra para Umbanda em busca de entendimento

Postado em Aulas em 1 01UTC Abril 01UTC 2007 por Mônica Patrícia

 

 

Edgar Barreto Sena, auxiliar administrativo, 25 anos, era católico, participava desde a pré-adolescência do Curso de Liderança Juvenil CLJ, da cidade de Triunfo, onde mora. Aos 18 anos mudou de religião e agora é Umbandista. A ambigüidade observada no Catolicismo, as questões que cercam os dogmas e a abrigatoriedade de não poder questionar as doutrinas o incomodavam e acabaram o levando à religião africana.

 

Segundo o auxiliar administrativo, antes da mudança ele se sentia vazio, porque dentro de sua visão, as coisas não eram fechadas e exatas, principalmente nas questões ligadas à religiosidade. E hoje, o jovem diz se sentir mais completo, porque obtém as respostas através de um outro prisma e tem certeza que está sendo mais útil agora, seguindo caminho que escolheu.

 

 

 

 

Edgar encontrou na atual religião uma doutrina onde o homem não é um mero sofredor e alvo da ira Divina, nela ele pode ver que todos são agentes da própria vida. Sofrem a ação de planos espirituais sim, mas se não agirem, estagnam. Na Umbanda, o jovem triunfense encontrou também uma Lei de respeito e aceitação mútua entre os seres. “Tenho minha paz e posso dividi-la com os outros”, destacou.

 

As expectativas do auxiliar administrativo em relação a atual religião são positivas e buscam o bem comum. “Não espero que as coisas aconteçam somente para mim, espero que as pessoas, antes de condenarem nossa Umbanda, procurem saber mais sobre a mesma. Espero continuar tendo respostas para o que a maioria diz ser inexplicável” comentou Edgar.

O Rio é o Pan

Postado em Aulas em 30 30UTC Março 30UTC 2007 por Mônica Patrícia

Os Jogos Pan-americanos, são um evento multidesportivo, que tem como base os Jogos Olímpicos e são realizados através da Organização Desportiva Pan-Americana (ODEPA). Participam dos jogos, todos os países do continente americano. São disputados esportes inclusos no Programa Olímpico e outros não disputados em Olimpíadas.  
O Pan, como é conhecido, acontece a cada quatro anos e tradicionalmente segue um rodízio entre as três regiões do continente: América do Sul, Central e do Norte. A primeira edição foi realizada em Buenos Aires, capital da Argentina, em 1951.  Em 2007, a sede do Pan é o Rio de Janeiro, uma das cidades mais bonitas e animadas do Brasil. O Rio de Janeiro foi confirmado como sede para os Jogos Pan-Americanos durante a reunião da Odepa, em 24 de agosto de 2002, na Cidade do México. A candidatura brasileira teve como adversária a cidade norte-americana de San Antonio, que acabou preterida por 30 votos a 21.

integração ecológica e compromisso social. Enquanto San Antonio pretendia aproveitar instalações já existentes em praticamente todos os eventos, o Rio apresentou um projeto original com 26 sedes, que previa a construção de sete instalações sendo apenas duas temporárias. Uma das estrelas era a Vila Pan-Americana a ser erguida próxima a Jacarepaguá, integrando a natureza em um projeto com captação de energia solar. O condomínio seria, talvez, o principal legado social dos Jogos, uma vez que após o término da competição seria incorporado ao programa habitacional da cidade.  Os jogos terão início no dia 13 de julho e se encerram no dia 29 do mesmo mês, acontecendo em 15 locais diferentes espalhados pela cidade. Todos os eventos e preparativos para o início dos Jogos Pan-Americanos podem ser acompanhados em todas as emissoras de TV e Rádio, além de jornais e sites.

Pan

  O projeto carioca para o evento seduziu pela proposta de

Surgimento e onipresença da cibercultura

Postado em Aulas em 23 23UTC Março 23UTC 2007 por Mônica Patrícia

A cibercultura começou a se fazer presente na vida das pessoas comuns, já na década de 80, com a introdução dos microcomputadores pessoais e portáteis. As telas dos computadores estabeleceram uma interface entre a eletricidade biológica e tecnológica, e entre o utilizador e as redes.

Assim nascia a cultura da velocidade e das redes que trouxe consigo a necessidade de simultaneamente acelerar e humanizar a nossa interação com as máquinas. Cada um pode tornar-se produtor, criador, compositor, montador, apresentador e difusor de seus próprios produtos. Com isso, entramos numa terceira era midiática, a Cibercultura.

A cibercultura decisivamente encontra sua face no computador, nas suas requisições e possibilidades. Ela é descentralizada, reticulada, baseada em módulos autônomos. Materializa-se em estruturas de informação que veiculam signos imateriais, que são feitos de luzes e bytes, signos evanescentes, voláteis, mas recuperáveis a qualquer instante. Segundo Kerckhove, essa nova forma de cultura é o resultado da multiplicação da massa pela velocidade. “a expressão literal da cibercultura é a florescente indústria de máquinas de realidade virtual que nos permitem entrar na tela do vídeo e do computador e sondar a interminável profundidade da criatividade humana na ciência, arte e tecnologia.”

O ciberespaço e a cultura que ele gera não se limitam ao desktop. A fonte fundamental da cibercultura está no microprocessador. O primeiro microprocessador surgiu em 1971, graças aos pesquisadores da Intel, sociedade de componentes eletrônicos. O instrumento modificou a sociedade humana, seus efeitos repercutiram por toda a economia e sua onipresença se faz sentir dos telefones ao televisores, passando pelos videocasstese DVD players e, é claro, os microcomputadores.

Na mesma progressão, os chips ficaram mais miniaturizados, potentes e baratos, e hoje estão presentes nos celulares, terminais bancários, geladeiras, smart cards e muitas outras formas eletrônicas que utilizamos diariamente e que se tornaram essenciais à vida social e se constituem nas condições para a criação da cibercultura.

Um fervilhar de publicações impressas e um pipocamento incessante de sites na internet exibindo uma semiodiversidade indescritível falam hoje em nome dessa nova forma de cultura. Os estudos sobre cibercultura estão sobretudo voltados para as construções culturais e reconstruções nas quais as tecnologias atuais se baseiam e que, conversivamente, contribuem para desenvolver.

Ao mesmo tempo em que a cibercultura pode causar receio e estranhamento, causa curiosidade e encantamento. Tanto que é constantemente retratada na cultura pop, principalmente no cinema na música e na literatura. Os exemplos de manifestações artísticas relacionadas à cibercultura são inúmeros. Filmes como Blade Runner, A Ilha, Eu robô, A fortaleza, Matrix e A.I. retratam a idéia que sempre esteve no imaginário popular, a de ensinar as máquinas. O problema é que na maioria das histórias o resultado deste ensinamento é desastroso e triste, tanto para a máquina como para o homem.