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Amigos que resgatam nossas almas

Postado em Pessoal em 24 24UTC Julho 24UTC 2009 por Mônica Patrícia

As pessoas mais ligadas a mim e que fazem parte do meu cotidiano sabem que os meus últimos meses foram complicados. Em um espaço muito curto de tempo, coisas maravilhosas e outras terríveis aconteceram. Tive grandes conquistas, grandes perdas e ultrapassei obstáculos. O turbilhão foi tão intenso que eu não tive tempo de comemorar as vitórias e também não me permiti chorar o necessário para amenizar as minhas dores.

Talvez tenha sido por tudo isso, que dias atrás, comecei a sentir um descontentamento gigantesco. Passei a não ter mais vontade de sair e de falar com as pessoas. Embora todos os dias, eu tivesse motivos para ficar alegre, para comemorar, só o que eu sentia era uma tristeza profunda e uma vontade imensa de ficar no meu quarto, sozinha, dormindo de preferência.

Chegou então, o Dia do Amigo. Sempre mandei e-mails e mensagens para todos os meus amigos, nesta data. Porém, desta vez não. Na realidade, nem percebi que dia era. Me dei conta de que estavamos em 20 de julho, quando comecei a receber recados e mais recados desejando Feliz Dia do Amigo.

Amigos antigos, amigos recentes e até pessoas que não são tão amigas, ou melhor, que não são tão próximas a mim, lembraram da data e lembraram da Mônica. Isso me reconfortou, fez com que eu me sentisse amada, querida pelas pessoas que me cercam ou que simplesmente me conhecem, mesmo que seja pouco.

Os dias foram passando e aos poucos, eu voltei a ter vontade de viver e de ficar feliz…

“Deus é a vontade de estar feliz”, eu tinha me esquecido até da frase, que está tatuada na minha pele, há vários anos. Por mais piegas que ela possa parecer, é muito verdadeira. Pois, quando estamos felizes, nos aproximamos do que é divino.

O desejo de ser e de estar feliz é sublime, faz bem a alma. E esse desejo só veio à tona novamente, porque eu tenho amigos, amigos que eu amo e que me amam com toda a força de seus corações.

No fundo, eu sempre soube desse amor incondicional, mas como boa geminiana que eu sou, preciso de manifestações constantes de afeto e demonstrações explícitas de carinho, sempre. Como me afastei e me isolei um pouco dos meus amigos ultimamente, por motivos profissionais e acadêmicos, eles não tiveram oportunidade de reafirmar o que sentiam por mim.

Talvez, fosse essa reafirmação que eu precisava…

Em dois dias meu humor mudou radicalmente. A falta de alegria e de motivação que eu estava sentindo se transformou em vontade. Vontade de conviver com aqueles que me são queridos, vontade de viver todas as sensações possíveis, vontade de realizar todos os sonhos e desejos que ainda não realizei, vontade de reencontrar muita gente e expor novamente os meus sentimentos. Enfim, vontade de felicidade…

Me parece que os anjos disseram Amém. O universo com certeza conspirou a meu favor e fez com as minhas vontades fossem satisfeitas. Recebi telefonemas de amigos antigos e recentes, mas que vejo esporadicamente. Mesmo assim, quando nos encontramos, é como se o tempo não tivesse passado. A afinidade é a mesma, a cumplicidade é a mesma, a amizade é a mesma…

Voltei a me identificar com amigos que temia estar perdendo os laços. Recebi a visita de grandes amigas, que estiveram presentes nos melhores e nos piores momentos dos últimos anos. Mas que há muito não nos encontrávamos para simplesmente, falar de amenidades, como fizemos.

Compartilhei do sucesso de um eterno amigo. Infelizmente, não pude estar presente fisicamente e abraçá-lo da forma que eu gostaria, por incompatibilidade de horários. Mas ele sabe o quanto nossa amizade é importante e o quanto fico feliz com as conquistas dele.

Comemorei a paternidade de queridos amigos, de uma forma muito intensa e mágica. A madrugada passou rápido, enquanto esvaziamos garrafas de vinho, nos enchemos de lembranças, revelações, risos e algumas lágrimas. Tivemos a certeza de que a distância, o tempo e qualquer mal-entendido não separam corações irmãos.

Reencontrei o amigo que foi um anjo nos tempos de faculdade… O Abraço esperado por mais de um ano, trouxe uma alegria indescritível, que de tão grande não coube em nós, transbordou em lágrimas misturas ao riso. Conheci pessoas com quem me identifiquei imediatamente, que pareciam fazer parte da minha vida já há muito tempo. Que no primeiro abraço fizeram em me sentir em casa.

Enfim, descobri que as fortes e sinceras amizades podem estar em lugares que menos imaginamos e geralmente surgem, se renovam e se reafirmam nos momentos mais inesperados e surpreendes…

Eu não preciso citar nenhum nome, pois cada um vai saber exatamente a quem estou me referindo. Vai se identificar com o fato, com alguma palavra que usei para definir a amizade que temos. Meu desejo com este texto é agradecer a todos estes amigos maravilhosos que eu tenho e dizer que minha alma foi resgatada por eles.

Espero, sinceramente, retribuir a amizade que cada um me dedica, com a mesma compreensão, com o mesmo entusiasmo, com a mesma incondicionalidade e com o mesmo amor. Esse amor que nos une, que é denominado amizade, para mim, é o maior amor do mundo. Pois não depende de laços sanguíneos, de contratos, de relações físicas ou convenções. Simplesmente nos gostamos e fazemos bem uns aos outros.

O Motorista Do Céu

Postado em Pessoal em 20 20UTC Setembro 20UTC 2008 por Mônica Patrícia

 

 

Era uma vez, um menino sardento chamado André…

 

Não sei como foi a sua infância e a sua adolescência, nos conhecemos já adultos. Mas acredito que o pequeno André não era muito diferente do cara engraçado e sorridente que encontrei num domingo à noite, depois de muitas cervejas… E que acabou se tornando parceiro de festa, colega de escola de samba e amigo.

 

O menino cresceu, virou motorista de ônibus e sinônimo de alegria e diversão. Tinha muitos amigos, gostava de carnaval e para encontrá-lo nos fins de semana, era só procurar a festa mais movimentada. Era sempre o mais animado e muitas vezes o mais disputado… No entanto, mesmo cercado de “meninas”, sempre dava atenção a todos os amigos. Estava sempre circulando, dançando e cumprimentando todo mundo.

 

Tenho um amigo professor que mora em cidade de imigração alemã no interior do Estado. Conversando com esse amigo por telefone, em uma das nossas madrugadas solitárias, ele perguntou se eu conhecia algum André. Porque uma amiga muito querida dele estava namorando um cara da minha cidade com esse nome. Na hora, pensei no “menino sardento”.

 

Algum tempo depois, encontrei com o André em um dos ensaios da nossa escola de samba e lembrei de perguntar. Minha intuição estava certa, era ele mesmo o namorado na menina loira. Foi inevitável rir das coincidências e de como o mundo pode parecer pequeno…

 

Na realidade, eu gostaria de saber mais sobre ele, gostaria de ter encontrado com ele mais vezes, conversado mais e abraçado mais… Sempre que nos víamos, a reação dele era a mesma, abria um sorrisão e vinha caminhando de abraços abertos. E quando me abraçava dizia: “Tu é minha amigona do coração, eu gosto muito de ti, nunca esquece disso” e se despedia com a celebre frase: “A gente vai ser amigo pra sempre”.

 

O problema é que o pra sempre dele, foi menos do que esperávamos. Para nós, os amigos que ele fez no decorrer de três décadas de vida, o pra sempre deveria durar bem mais do que durou.

 

Há semanas nos perguntamos o porquê e tentamos encontrar respostas para o que aconteceu. No dia de nos despedirmos do “menino sardento”, muitas frases foram ditas, coisas como: “Deus quer pessoas boas lá em cima”

 

Já a minha mãe deu a explicação que mais me emocionou…

 

Já leste o livro “Violetas na Janela”? Eu li há alguns anos e achei engraçado. Recomendo a leitura para quem quiser encarar a passagem para outro mundo de forma mais leve.

 

A definição de Céu apresentada no livro é muito estranha e divertida. Quem está lá, vive como nós aqui… Trabalha, estuda, tem casa, vai ao teatro, se diverte… Tudo igual, só que em outro plano.

 

Então, para minha mãe, Deus estava precisando de um motorista para os circulares do céu. E esse motorista precisava ser um cara divertido, simpático e que fizesse todos se sentirem em casa. Por isso o André foi chamado. Para ser o mais novo motorista do Céu.

 

Por que é que não se junta tudo numa coisa só?

Postado em Pessoal em 14 14UTC Setembro 14UTC 2008 por Mônica Patrícia

 

Era madrugada de sábado para domingo e eu na frente do computador, trabalhando, como muitos fins de semana anteriores e outros que viriam. Depois de horas redigindo matérias e diagramando páginas, fiz uma pequena pausa para fumar, beber alguma coisa e verificar meus e-mails.

 

De repente, uma frase invadiu o ambiente, dizendo “só enquanto eu respirar vou me lembrar de você”. Além da atmosfera poética que cercava aquela frase, havia a melodia simples e ao mesmo tempo elaborada. Pode parecer contraditório, mas eu vou explicar. O ritmo e a musicalidade eram simples, porém, os instrumentos davam a sofisticação. Junto com violão, baixo, bateria e teclado, estavam instrumentos de percussão quase indígenas, pandeiro, flauta e violino. Quase uma orgia musical…

 

 

 

 

 

Foi impossível não me voltar para a televisão, no desejo de descobrir quem era o responsável por aquela poesia musicada. Quando olhei para a tela, me deparei também com uma maravilhosa orgia visual. Mais de dez pessoas tomavam conta do palco/arena do programa Altas Horas. Todos vestidos e maquiados de palhaço, boneca de pano, bobo da corte. Enquanto alguns tocavam e cantavam, malabaristas e acrobatas divertiam e platéia e, trapezistas transformavam o teatro em picadeiro.

 

Fiquei completamente encantada, nunca tinha visto o trabalho daquelas pessoas e nem algo parecido. Já era muito tarde, a música acabou e Serginho Groisman se despediu dizendo que o programa voltava no próximo sábado. Senti uma frustração imensa, pois não tive tempo nem de descobrir do que se tratava.

 

Ascendi outro cigarro e foi procurar na internet, em cinco minutos estava entrando no site de um grupo, ou melhor, da trupe chamada O Teatro Mágico

 

Fui dormir com o dia já claro. Porque além de misturar música, poesia, teatro e circo, a trupe comandada por Fernando Anitelli (responsável por todas as composições) é totalmente independente. A divulgação do trabalho é feita através da web e dos shows, com ingressos acessíveis, muitas vezes em troca de um quilo de alimento não perecível.

 

Este é o objetivo do Teatro Mágico, fácil acesso à cultura e ao divertimento, levando beleza e encanto a todos. Dessa forma, todas as músicas, aproximadamente 50 canções estão disponíveis para serem baixadas gratuitamente no site. Em 48 horas tinha me tornando fã e admiradora desse grupo de Osasco.

 

O que me desesperou por meses é que pouquíssimas pessoas do meu grande círculo de amizade sabiam do que eu estava falando. Tentei explicar por muitas vezes até que me dei conta de que na realidade, O Teatro Mágico é inexplicável. Para início de conversa, é preciso ouvir as músicas com tranqüilidade, prestando atenção na letra, na mensagem e na melodia. Depois é necessário ver a maquiagem e o figurino. Porém, ainda não é suficiente para se ter a verdadeira dimensão do que eles são e fazem…

 

No dia 07 de agosto, tive a oportunidade de assistir a primeira apresentação do TM no Rio Grande do Sul. O show foi no Opinião e para minha surpresa e felicidade, o local estava mega lotado. Ônibus de Pelotas, Uruguaiana e outras cidades do interior do Estado chegaram a Porto Alegre trazendo fãs que como eu estavam ansiosos para “ouvir com outros olhos” o que acompanhávamos pela internet.

  

Foram duas horas de encantamento… Além da presença de palco de todos eles, a acessibilidade e respeito com o público também são um diferencial. Durante uma das últimas músicas apresentadas na noite, Anitelli entregou o violão a um assistente de produção e desceu do palco para cantar e puxar um trenzinho (comum em bailes de carnaval e afins) no meio da platéia. Encerrado o show, eu e alguns amigos decidimos ficar mais um pouco, na esperança de conseguir conversar com alguém da trupe, pelo menos para parabenizar pelo espetáculo que assistimos.

 

Não foi preciso esperar. Quando olhamos a casa de shows, enxergamos todos os integrantes da trupe espalhados pelo local, autografando CDs, posando para fotos, abraçando os fãs, conversando e rindo, como se fizessem parte daquele grupinho, ou da platéia.

 

A simplicidade e a vontade de divulgar a arte sem exploração fica clara no término do show. Camisetas, CDs (que já são dois – Entrada Para Raros e Segundo Ato), adesivos, livro e DVD são vendidos em uma banquinha, por seu Adácio Anitelli – pai de Fernando. Os preços das mercadorias variam de R$ 5,00 a R$ 15,00. O valor cobrando é pouca coisa maior que o custo de produção do material. Segundo o líder da trupe, o objetivo não é ganhar dinheiro com a venda e sim divulgar o trabalho. Tanto que, ele mesmo aconselhou antes de encerrar o show “Comprem o CD ali com meu pai (se tiverem grana), se não, podem baixar todas as músicas no site. Depois disso, pirateiem à vontade (essa é uma pirataria boa e autorizada), façam muitas cópias e presenteiem os amigos. Assim estarão nos ajudando a fazer com que mais pessoas conheçam o Teatro Mágico”

 

Foi exatamente o que eu fiz. Já perdi a conta de quantos CDs dei de presente. Muitos adoraram, outros ainda não ouviram e alguns gostaram mas não com tanta euforia como eu. Agora, estou fazendo algumas cópias do DVD, pois com ele fica mais fácil entender o porquê de tanto encantamento.

Parece Fernando Anitelli, mas é Mônica Patricia

Parece Fernando Anitelli, mas é Mônica Patrícia

 Com a reativação do blog, tive a idéia de postar esse relato sobre a minha descoberta e logo em seguida, meu entusiasmo.  A tietagem é tanta, que há algumas semanas fui a uma Festa à Fantasia e não tive dúvidas no momento de escolher a minha roupa… Confesso que eu mesma me surpreendi com o resultado, uma versão feminina de Fernando Anitelli. Só fiquei um pouco frustrada, porque praticamente ninguém na festa sabia do que era a minha fantasia. Esse foi um dos motivos que me levou a escrever esse texto.
 
Bom, agora… Acho que minha publicação já está de bom tamanho….
 
 
“A Poesia Prevalece”

 
 
 

 

 

Quem eu sou… Sou Flor… Flor de Liz…

Postado em Pessoal em 14 14UTC Setembro 14UTC 2007 por Mônica Patrícia

 

  

Sou Flor de Liz que pede compaixão ao vento, para que ele me faça esquecer as mágoas e as desilusões.

Flor de LIz

Muitos me dizem que preciso saber que mais forte que a dor é o amor de um certo Beijar-Flor. No entanto, o farol me faz relembrar das noites passadas com o Girassol e de quanta felicidade existia. Porém, logo em seguida, me lembro do vazio que se tornou imenso, quando outra flor surgiu…

 

Me disseram  que duro é o amor de partir, que me deixa olhando ele, o Girassol ir e que puro é o amor quem está aqui, o amor do bom Beija-Flor.

 

Para tudo passar, eu preciso me deixar sentir, não temer sorrir e dizer que só quero ser feliz. Quando isso acontecer, eu vou poder ver o pôr-do-sol com o Beija-Flor e não mais com o Girassol.

 

Enquanto isso, permaneço à espera do Beija-Flor… Só torço para que ele não demore muito para aparecer… Uma flor não pode ficar tanto tempo sozinha…

Novo semestre, novos sentimentos…

Postado em Pessoal em 24 24UTC Junho 24UTC 2007 por Mônica Patrícia

 

 

 

Com o fim do semestre, resolvi usar o blog para compartilhar com meus amigos as minhas alegrias, preocupações, conquistas, angústias… Enfim, quero expor tudo que tenho vontade de falar para o mundo inteiro e às vezes coragem.

 

O semestre foi bastante corrido, mas aprendi muita coisa nesse período… Passei a ter mais confiança em mim e na minha capacidade. Vi que é possível cursar oito disciplinas em um só semestre, é complicado e exaustivo, mas possível.  

           

No decorrer destes meses estressantes e de intensa correria, conheci pessoas fantásticas e me aproximei de outras igualmente maravilhosas. Descobri amigos com os quais posso contar a qualquer hora e reencontrei figuras que sentia muita saudade.  Posso dizer sem dúvida alguma que esse foi o semestre dos reencontros e das descobertas.

 

 

Esse também foi o semestre da aprendizagem, tive que aprender a conviver com uma separação, que aconteceu exatamente no momento que eu me sentia mais segura. Porém, a dor foi menor que eu imaginei que seria. Talvez tenha sido pelo fato de eu ter passado anos temendo que ela acontecesse. Passei muito tempo sofrendo por antecipação e quando o que eu mais temia aconteceu, parecia que eu já sabia exatamente o que fazer. Posso dizer que me recuperei das coisas desagradáveis que aconteceram, mas ainda não superei totalmente… E enquanto a superação não chega, eu ocupo meu tempo e a minha mente com as coisas boas que estão acontecendo. Com o novo semestre também veio um novo emprego, que tem me trazido satisfação e possibilidades de crescimento.

 

O novo trabalho me trouxe novas amizades, novas perspectivas, algumas antigas lembranças e consequentemente a necessidade de resolver coisas que ficaram mal resolvidas. Só que infelizmente tomar decisões nunca foi o meu forte, sempre tenho medo de escolher errado, de tomar a atitude inadequada, principalmente quando as decisões em questão dizem respeito a minha vida pessoal.

 

Gostaria de ter a segurança que tenho na minha vida profissional, também na minha vida pessoal, porque assim eu terei mais certeza de que fiz as escolhas certas… 

Um pouco de mim

Postado em Pessoal em 3 03UTC Junho 03UTC 2007 por Mônica Patrícia

 

 Tatoo

 

Tenho muitas paixões…  Uma delas é por tatuagens…

Tenho três e cada uma delas representa um momento marcante na minha vida  

Acho que existem algumas músicas, compostas em um momento iluminado, que conseguem definir a personalidade de certas pessoas.

Comigo é assim… Adoro Lenine e muitas músicas dele se encaixam perfeitamente com o que eu sinto e com o que eu penso. Por este motivo, escolhi associar uma música ao meu primeiro texto publicado no blog. “Hoje eu quero sair só” traduz o meu momento atual…

                                              

 

 

“Se você quer me seguir, não é seguro,

Você não quer me trancar num quarto escuro

Ás vezes parece até que a gente deu um nó,

Hoje eu quero sair só…

Você não vai me acertar à queima-roupa,

Vem cá, me deixa fugir, me beija a boca.

Ás vezes parece até que a gente deu um nó,

Hoje eu quero sair só…

Não demora eu tô de volta…

Vai ver se eu estou lá na esquina, devo estar

Já deu minha hora e eu não posso ficar.

A lua me chama, eu tenho que ir pra rua

A lua me chama e eu tenho que ir pra rua.” 

Outra música interessante, sensível e complexa é “Paciência”.

 

 

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